Hoje procurei caminhar um pouco... Queria pensar sobre as atividades a que me proponho, sobre as minhas razões de educar!
Sou professora, mas a globalização, a chegada dos computadores, já não exigem muito mais de nós, se somos apenas repassadores de conteúdo. Nem sei mais se sei a respeito de conteúdos programáticos...
Vou pra sala de aula e proponho atividades, muitas vezes à base de projetos já elaborados com os alunos... Percebo como eles são bons. Bem melhores que eu!
No ano passado, propus aos meus alunos que tivéssemos uma aula de biologia, regada ao lúdico!
Dividimos a turma em grupos e fomos à proposta: conteúdo programático: O corpo humano.
Tarefa: Transformar parte do conteúdo em música, poesia, teatro...
Objetivo: desenvolver atividades que viessem trazer alegria, prazer e criticidade (individual e no grupo).
Uma.
Duas.
Três aulas. Muita farra. Uma zona de aula!!!
E vamos aos resultados: unanimente, todos os grupos apresentaram atividades extremamente interessantes a respeito do tema, com som de batucada, violão, pandeiro... além do sincronismo e retidão das letras das músicas elaboradas. Todos os grupos fizeram opção pela música.
Interessante que essa turma era a turma mais difícil, considerada pelos colegas de trabalho.
E a avaliação de si mesmos e do grupo em geral foi dura! Ninguém deu mole pra ninguém. Mas foi muito prazeroso! Todos curtiram os momentos de execução e de apresentação dessa atividade aparentemente simples. Deu muita dor de cabeça pra deixar tudo mais ou menos organizado a fim de que a coodenação não pegasse muito no pé. Afinal, dar aulas em cima de árvores é muito melhor que na sala quente e sem ventilação...
Depois de recordar-me tudo isso, pensei que existe uma grande razão pra educar: quero estar aberta para ser educadora de mim mesma, porque ninguém dá o que não tem!
Sou professora, mas a globalização, a chegada dos computadores, já não exigem muito mais de nós, se somos apenas repassadores de conteúdo. Nem sei mais se sei a respeito de conteúdos programáticos...
Vou pra sala de aula e proponho atividades, muitas vezes à base de projetos já elaborados com os alunos... Percebo como eles são bons. Bem melhores que eu!
No ano passado, propus aos meus alunos que tivéssemos uma aula de biologia, regada ao lúdico!
Dividimos a turma em grupos e fomos à proposta: conteúdo programático: O corpo humano.
Tarefa: Transformar parte do conteúdo em música, poesia, teatro...
Objetivo: desenvolver atividades que viessem trazer alegria, prazer e criticidade (individual e no grupo).
Uma.
Duas.
Três aulas. Muita farra. Uma zona de aula!!!
E vamos aos resultados: unanimente, todos os grupos apresentaram atividades extremamente interessantes a respeito do tema, com som de batucada, violão, pandeiro... além do sincronismo e retidão das letras das músicas elaboradas. Todos os grupos fizeram opção pela música.
Interessante que essa turma era a turma mais difícil, considerada pelos colegas de trabalho.
E a avaliação de si mesmos e do grupo em geral foi dura! Ninguém deu mole pra ninguém. Mas foi muito prazeroso! Todos curtiram os momentos de execução e de apresentação dessa atividade aparentemente simples. Deu muita dor de cabeça pra deixar tudo mais ou menos organizado a fim de que a coodenação não pegasse muito no pé. Afinal, dar aulas em cima de árvores é muito melhor que na sala quente e sem ventilação...
Depois de recordar-me tudo isso, pensei que existe uma grande razão pra educar: quero estar aberta para ser educadora de mim mesma, porque ninguém dá o que não tem!

